quarta-feira, novembro 4, 2026

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Operação Castratio: PF investiga contratos de R$ 200 milhões no RJ

Mandados são cumpridos no Rio de Janeiro e em Niterói para aprofundar investigação sobre suspeitas de fraude em contratos de castração animal

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), a segunda fase da Operação Castratio, que investiga suspeitas de irregularidades em contratos de castração e esterilização de animais firmados entre o Governo do Estado do Rio de Janeiro e uma empresa privada. Os contratos investigados somam cerca de R$ 200 milhões.

Nesta etapa, os agentes cumprem cinco mandados de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro e de Niterói. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A operação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre uma suposta organização criminosa que atuaria no âmbito da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro (Seapa).

Foto: Polícia Federal

Investigação apura suspeitas de fraude em contratos de castração animal

A primeira fase da Operação Castratio, deflagrada em maio de 2026, teve como foco a apuração de possíveis irregularidades em contratos firmados entre o governo estadual e uma empresa privada para a prestação de serviços de castração e esterilização de animais.

Entre as suspeitas investigadas estão direcionamento de contratos, superfaturamento e fraude em licitações. O valor total dos contratos analisados chega a aproximadamente R$ 200 milhões.

De acordo com a Polícia Federal, os materiais obtidos durante a primeira etapa da operação deram origem à segunda fase, que busca identificar a extensão da suposta organização criminosa e aprofundar a apuração das práticas ilegais.

Crimes investigados pela Polícia Federal

Os fatos investigados podem configurar crimes de peculato, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que possam ser identificados no decorrer das investigações.

As apurações continuam para esclarecer as possíveis irregularidades e identificar os envolvidos.

Fonte: Polícia Federal

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